sexta-feira, 17 de abril de 2026

Recomendação de leitura

Considerando o extremar de atitudes e de comportamentos no que respeita às migrações, recomendo a leitura do Atlas das Migrações, de Catherine Wihtol de Wenders, ed. Guerra &Paz, 2025/2026.
Com um discurso claro e conciso, com múltiplos gráficos que permitem um leitura diacrónica e sincrónica, a autora dá um importante contributo para o debate  sobre os fluxos migratórios, as abordagens nacionais e internacionais do movimento populacional forçado pela pobreza, pela guerra, pelas alterações climáticas ou, simplesmente, pelo populismo ignaro cada vez mais atuante,

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Trégua...

Ando aqui às voltas com os conceitos.
Não compreendo como é que um país pode abrigar mais do que um estado, seja ele religioso, militar ou económico,  no seu seio. Veja-se o caso do Líbano... mas também a Síria, o Iraque, o Irão, a Turquia... Isto sem falar do Paquistão, da Índia, da China... 
Bem sei que o multiculturalismo explica!
Não compreendo como é que um país pode alimentar extensões militares no exterior do seu território. Veja-se o caso do Irão que, internamente, é dominado por um grupo militar 'Os Guardas da Revolução', com fortes laços com grupos armados externos como o Hezbollah, o Hamas, os Houthis...
Bem sei que a Jihad explica!
Não comprendo para que é serve a diplomacia se as negociações estão nas mãos de construtores civis e de agentes imobiliários...
No entanto, tudo isto tem alguma lógica, pois para poder construir parece necessário começar por arrasar a torto e a direito.
Mais a tordo do que a direito, porque este anda pelas ruas da amargura... aqui e em toda a parte.

terça-feira, 7 de abril de 2026

Trump e a civilização

Trump propõe-se abolir a 'civilização iraniana' numa noite.

De facto, Trump fala do que não conhece. Diria que Trump não lê nem ouve, porque não lhe interessa conhecer o conceito 'civilização', visto que lhe falta educação e racionalidade. 
Nos últimos séculos, este conceito que, inicialmente, era programático, pois visava estabelecer um novo modelo de sociedade, acabou por ser utilizado para afirmar 'a superioridade' de algumas culturas e para legitimar o colonialismo... 

Na história deste planeta, muitos foram os 'heróis' que se imortalizaram à custa da destruição e do saque de territórios e de populações, a começar pelo própria Persa/ Irão. E Trump não é diferente. Imagina-se divino porque, infelizmente, a corte de sicofantas não pára de bajular o Imperador.

E continuamos reféns deste 'monstro'...

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Olho por olho, dente por dente...

Há dias em que a Sammy procura o ar livre, mas, de facto, basta-lhe subir ao patamar superior e ficar por ali a respirar suavemente a diferença... Aprendeu a exigir essa fuga temporária que muito perturba os humanos, mas sem razão de ser. Ela regressa sempre à casa de partida...

Faz por estes dias seis anos que também eu procurei o ar livre, que acabou por se revelar ilusório. O tempo segue imperturbável, apesar dos fluxos de seca, de ventania ou de chuva. Só eu me agito num círculo fechado cada vez mais asfixiante.
Lá fora, continua 'o olho por olho, dente por dente', convidando à clausura... e ameaçando com o extermínio. Mas o que mais me acabrunha é a mentira dos venturas armados em deuses, e ver que o séquito vai engrossando... cá dentro e lá fora, sem perceber que a fronteira é uma criação humana para evitar a política do 'olho por olho, dente por dente'...
Nem as pontes sobrevivem.

terça-feira, 31 de março de 2026

Só impressões

Questionados os factos, vou-me ficar pelas impressões. Por exemplo, Clarice Lispector insiste em partir de 'fatos' para dar corpo ao texto, mas eu cansado de tanta inverosimilhança desisto da leitura. Descubro que prefiro folhear um antigo manual de Latim que me vai ajudando a compreender a etimologia desta língua tão maltratada...
Dizem-me, entretanto, que José Saramago arrisca cair na gaveta dos fundos, tal como já aconteceu com Carlos de Oliveira, Fernando Namora, Agustina Bessa-Luís, Virgílio Ferreira... Almeida Garrett... O premiado parece ser Mário de Carvalho, o que não se compreende muito bem... pois ideologicamente, esperar-se-ia outro opção, por exemplo, António Lobo Antunes. Ou será só fumaça?
De qualquer modo, se objetivo é reduzir o esforço inteletual dos adolescentes, o melhor é desistir. Há muito que eles deixaram de ler Camões, Pessoa... - a língua atual é bem diferente, cada vez mais obscena e tantã.

sábado, 28 de março de 2026

A carreira do Martim Moniz

No Parque das Nações, à espera de autocarro: um homem dá nas vistas: olhar mortiço, cabelo sujo e desgrenhado, veste casaco seboso, não do avesso, mas com a gola em baixo.... Não sei se conseguem imaginar! Destino: Martim Moniz.
Fiquei a pensar que o destino se faz anunciar na subversão da expectativa e na indiferença das testemunhas que preferem não o ser.
Por mais que não queiramos, a carreira do Martim Moniz encerra a nossa crueldade, incapazes de atravessar o corpo...

segunda-feira, 23 de março de 2026

O ovo e a leitura

A leitura de Clarice Lispector obriga-me a pensar no sentido da escrita ou, melhor dizendo, se a escrita dá corpo ao sentido ou se procura desfazê-lo - em muitos casos, a escrita avança como se o importante estivesse no preenchimento do vazio... Ao contrário, por exemplo, de Balzac que, nas suas 'histórias de mulheres' as apresenta lineares, como contraponto uma da outra - Renée e Louise.
A coerência é para Balzac um traço fundamental do comportamento da personagem, mesmo se esta age irracionalmente - o desnorte faz sentido. O leitor pode sentir-se cansado por causa da repetição, da previsibilidade, mas não por ausência de sentido...
Clarice Lispector cansa-me, torna-me masoquista, porque como leitor insisto em procurar o sentido de palavras que vão gerando um labirinto cada vez mais sem saída, como acontece com o velho dilema do 'ovo e da galinha'. 
Apesar de tudo, a galinha não pode reivindicar a posse do ovo, porque este não é uma especificiadede da capoeira. Basta pensar no 'ovo da serpente'.
Ocupar o vazio é uma tarefa primordial para quem ainda tem algum tempo, e não quer perder-se nas guerras de ocupação em curso, tão antigas como o ovo - só casca, sem clara nem gema. Por mais que acreditem no contrário, no fim restará sempre o ovo.

terça-feira, 17 de março de 2026

Pepetela, Tudo-está ligado

Fui lendo o romance com alguma satisfação, atento à reconstrução de memórias das personagens mais importantes, Santiago, Joca, Domingos, Marta, Marília, Ofeka... Jeremias, Zacarias...Memórias profissionais, das guerras coloniais, civis e até de tempos imemoriais. Memórias filtradas por uma autocensura cumplice de um presente em que os valores deixaram de ter qualquer sentido,
Em alternativa, a utopia dos Kyakas, iluminados que regressam ao Planalto e vivem clandestinamente... sem que YAKA sinta necessidade de pronunciar-se, até porque os colonialistas portugueses há muito regressaram ao ponto de partida.
Quanto a Pepetela, talvez se reveja na afirmação do major Santiago: Tudo ligado e tudo lixado, Fazer mais como então? Só mesmo resistir.
Não fiquei muito satisfeito com o desfecho, em aberto. Pode ser que o espírito Olegário tenha a chave do futuro e que este venha a ser harmonioso... 

segunda-feira, 9 de março de 2026

Do novo Presidente da República

Espero que seja honesto, sensato, ponderado e responsável e que, finalmente, António José Seguro não se deixe enredar pelos jogos de poder, seja qual for a sua natureza.
Que deixe para trás o passado, e que, na relação com os poderes constituídos, aja de acordo com a sua visão do presente e do futuro, sem se afastar da vida real, perguntando, se necessário, ao Zé Povinho o que é que vai mal...

quinta-feira, 5 de março de 2026

A noite escura chegou

«Se pudesse deixar de atormentar-me, deixar de pensar, se as ondas e as palmeiras não me acordassem à noite...» António Lobo Antunes, Não entres tão depressa nessa noite escura, 2000

A noite escura chegou, mas, paradoxalmente, para António Lobo Antunes essa noite deixou de ter o sentido que ele sempre procurou. Por vezes, essa busca mergulhou no ininteligível, deixando o leitor perdido num interminável labirinto de palavras...
Com a chegada dessa noite, findou a esperança de que um dia mudasse de passeio, atravessasse a Praça José Fontana e entrasse por uma última vez no Liceu Camões...
Admito, no entanto, que com a chegada desta noite escura, António Lobo Antunes já tenha superado o trauma e regressado à luz que desfaz as trevas.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Um cidadão digital protegido

«Manterás então a lucidez e a contenção, mesmo que te custe terrivelmente, e não publicarás, em nenhuma plataforma ou serviço de mensagens, informações ou fotos que revelem o teu estado espírito, a tua condição afectiva, os teus gostos e interesses, ou as tuas tristezas e preocupações.»
      Cláudia Pina e José Vegar, CIBERCRIME, página 222.

Aqui chegado, verifico que estamos nas mãos de cibercriminosos que digitalmente conseguem controlar-nos e sobretudo, destruir qualquer tipo de segurança que pensemos eficaz. 
A liberdade, tal como a imaginámos, acabou. 
Nem os Estados conseguem defender os territórios e as pessoas, muito provavelmente, porque também eles se servem das redes para afirmarem o seu poder.
Por este andar, só voltando à Idade da Pedra.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Hoje com Sol...

Os dias sucedem-se, hoje com Sol. E alguém pergunta qual é a desculpa para não sair de casa?
Objetivamente, não sei responder. Avanço uma explicação, mas não me agrada o caminho que a conversa começa a antecipar.
Resta o sorriso da circunstância.
Pode ser que amanhã o Sol possa ser mais convincente, já que me faltam os argumentos. Melhor dizendo, há muito que deixei de contar para a decisão.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Está difícil!

Está difícil de encontrar um novo título para este blogue. De qualquer modo, o mais duro é a assistir ao desperdício do pouco sol que nos vai envolvendo... Por vezes, fico com a sensação de que há pessoas que preferem hibernar.
Infelizmente não consigo acompanhar quem prefere as trevas à luz. Se fomos dados à luz, não foi para soçobrarmos tão facilmente, tornando-nos indignos de quem nos gerou e criou.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Depressões

Não é fácil lidar com depressões sejam endógenas ou exógenas. A fuga não resolve. E a demissão é um caminho que acaba por agravar a depressão seja ela de que tipo for...
As vítimas podem ser encontradas a montante e a jusante em situação de desespero, muitas vezes, entregues a si próprias, como se a responsabilidade fosse do seu próprio destino.
Já é tempo de acabar com a fatalidade, e começar o trabalho de reconstrução em novos moldes.  Por exemplo, pedindo aos neerderlandeses que nos ensinem a proteger a costa marítima e a regular os rios.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Bom Senso

Entre o abismo e a moderação, os portugueses votaram sensatamente.
Pouco mais há a acrescentar, a não ser que a comunicação social, ciosa de sangue, irá continuar a estender o tapete ao André Ventura.
Estou, no entanto, convencido de que o povo não irá aceitar tal caminho.
Esperemos que o novo Presidente, António José Seguro, seja discreto e firme. Por exemplo, que exija ao Governo mais investimento e rigor na defesa do território.
Afinal, o que faz de nós um dos povos mais antigos é o territorio.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Os carrascos do KIDON

Olho por olho, dente por dente.
Não se trata de um assassinato pontual, no caso é sistemático e ao longo de décadas. Esta é a matéria da obra de Eric Frattini, MOSSAD, OS CARRASCOS DO KIDON.
O autor narra 26 Operações de assassinato de estado, cujo o fio condutor é o direito à VINGANÇA (a Lei de Talião, popularizada pelo código de Hamurabi). O método é sempre o mesmo, embora os meios possam mudar.
David sente-se acossado e tudo faz e continuará a fazer para eliminar Golias, através do extermínio do povo palestiniano ou, pelo menos, para reduzir a ambição nuclear do Síria, do Iraque, do Irão... e de qualquer outro país árabe...
Da leitura, resulta uma única verdade: o que se passa nos bastidores é bem mais importante do que o que é relatado pelos canais oficiais e pela comunicação social.
Nesta matéria, existe sempre uma cortina que nos esconde a verdade. Quando o móbil é milenar e visceral, pouco podemos fazer, a não ser não nos deixar iludir.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Desconcerto

Quando se anda desconcertado, em geral, há uma dificuldade resultante de uma causa interna ou de vários factores exógenos e isso não ajuda a dar conta do que nos vai perturbando... 
De facto, por agora, a causa interna não tem força suficiente para me limitar na ação. Por isso não devo valorizá-la porque o envelhecimento em si não justifica o que quer que seja...
Quanto aos factores exógenos, a história já é bem diferente, desde a vida familiar à vida social. 
Da vida familiar, o bom senso recomenda que pouco ou nada se diga, mas já é sabido que ou se assume responsabilidade ou se 'faz de morto', o que no último caso dá muito jeito aos narcisistas que tendem aconsiderar-se vítimas... 
Da vida social, há factores que são constantes e outros que são pontuais. 
Por exemplo, há uns minutos, ia sendo atropelado no meio de uma passadeira por uma automobilista que, querendo passar antes de um autocarro que estava numa paragem, fez a manobra sem verificar que havia um peão no caminho... acabou por fazer um gesto senil de desculpa.
Dos factores constantes, a posse territorial voltou a ser tema dominante, independentemente do direito internacional construido ao longo século XX. Tal como a automobilista, o que interessa é atingir o objetivo, sem olhar a meios...
Narcista, automobilista e ditador coincidem na prática.  Por isso, não me livrar do desconcerto.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Invernia

Parece que o Inverno tende a afetar os neurónios de muita gente. Como tal, distancio-me, não apenas por causa dos vírus e das bactérias, mas, sobretudo, por causa da idiotia dominante.
Ontem, por exemplo, descobri num canal francês um documentário sobre Coluche que me ajudou a compreender muito do que se vai passando à minha volta... e um pouco mais longe.
Não fosse o camião que se atravessou na estrada de Cannes, que mais nos teria ensinado Coluche?

sábado, 24 de janeiro de 2026

Esclarecimento

Vou desativar o blogue CARUMA porque contem demasiado erros. Como forma de preservar parte do seu conteúdo textual, criei um conjunto de diários que se estendem de 2006 a 2025 - https://cabeleiragomes1954@blogspot.com.

Confirmo que eliminei o blogue CARUMA. A partir desta data, os meus 'registos' estarão disponíveis em Desconcertado - https://carumadesalinhada@blogspot.com

6 posts de caruma _ Janeiro 2026

 20.1.26

Quanto ao futuro do país...

Com Seguro na Presidência, Montenegro tem uma última hipótese. Se a aproveitar, poderá livrar-nos do Chega. Caso contrário, será corrido...

Montenegro precisa de acabar com o favorecimento das corporações e dos interesses estrangeiros. Precisa de servir os portugueses naquilo de que eles mais necessitam: saúde, habitação, emprego, valorização salarial, mobilidade, regulação da imigração. Deve deixar-se de bandeiras fraturantes e de populismo estupidificante.

Montenegro necessita de se libertar dos 'amigos' e substitui-los por pessoas capazes, independentemente da respetiva filiação partidária. Precisa de separar a governação da liderança do Partido. Se o não fizer, acabará por ter de fazer acordos à direita e à esquerda que o levarão à queda...

Até porque a Iniciativa liberal está pronta para se aliar ao Chega, varrendo de vez o PSD...


17.1.26

Presente!

Nasci numa aldeia, num tempo, em que poucos conseguiam ter sucesso no exame da 4ª classe. Aprendi a respeitar os professores que conseguiam que os seus alunos se libertassem das trevas e tivessem vontade de ir mais além...

A escola era a porta de entrada para um mundo mais esclarecido... só que, aos poucos, a escola deixou de separar o trigo do joio, infelizmente, com o meu contributo. O resultado está à vista...

No entanto, continuo fiel a quem me deu condições para me libertar das amarras que me prendiam ao lugar. 

E amanhã, responderei: presente!


14.1.26

SNS - percepção ou realidade?

Um doente com 96% de incapacidade é conduzido ao Hospital de S.José em maca para realizar exames que lhe permitam ser submetido a uma cirurgia considerada urgente pelo serviço de Urologia...

Chega a horas à unidade de exames, mas os bombeiros têm agendado outro serviço para o mesmo período horário.

Depois de esperarem cerca de uma hora pela transferência da doente para outra maca, os bombeiros de decidem devolver a Senhora ao Lar.

Em síntese: apesar do hospital ter agendado os exames, conhecendo o estado da doente, não houve preocupação em resolver o problema da maca, nem em acelerar procedimentos de modo a evitar que a utente volte a passar pela mesma situação.


10.1.26

O Sol espreita

Parece uma pessoa a espreitar, o Sol. 

Ele, que tudo vê, não tem motivo para se esconder, no entanto não resiste a observar discretamente o que se passa na Terra, conhecendo, de antemão, o que o Destino nos oferece.

E o que se passa na Terra é insuportável, porque os ditadores, imaginando-se Sol, destroem tudo o que lhes faz sombra. 

Por estes dias, os sinais que o Sol observa são de que os ditadores acabarão por se exterminar uns aos outros, pondo termo não ao curso do Sol, mas à vida na Terra.

Mais tarde, talvez o Sol volte a resplandecer.


7.1.26

Em circuito fechado

Dos ditadores, nada espero.

Dos democratas, espero que acordem de vez e deixem de bajular os ditadores.

Dos candidatos presidenciais, deixei de os seguir. Vou votar e sei muito bem em quem. Não necessito de desistências de quem quer que seja. Espero que o cidadão se liberte de mordaças e vote em consciência...

O problema é que desde o tempo em que encerrava o dia com o obrigatório exame de consciência, vivo na dúvida da sua efetiva existência, pois o isolamento liquidava a ciência...

Aprendi, entretanto, que os ditadores desprezam a consciência e abominam a ciência. E quanto aos democratas, apostam cada vez mais nos círculos de amigos, distanciando-se dos povos. 

Vivem em circuito fechado.


4.1.26

Ano novo, vida velha

Não há desejos nem promessas que resistam! 

Os problemas de 2025 persistem. O ditador Trump decidiu invadir a Venezuela e raptar o ditador Maduro.

Já se sabia que o direito internacional andava pelas ruas da amargura, mas, agora, tornou-se claro que é o poder da força quem mais ordena.

Ainda há por aí quem acredite que o mundo pode melhorar, mas os sinais são de que os fracos deixaram de contar.