Espero que seja honesto, sensato, ponderado e responsável e que, finalmente, António José Seguro não se deixe enredar pelos jogos de poder, seja qual for a sua natureza.
Que deixe para trás o passado, e que, na relação com os poderes constituídos, aja de acordo com a sua visão do presente e do futuro, sem se afastar da vida real, perguntando, se necessário, ao Zé Povinho o que é que vai mal...
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